
A aprovação do orçamento de R$117 bilhões do FGTS indica maior disponibilidade de crédito, impulsionando a produção de imóveis, especialmente os econômicos.
A trajetória de redução da taxa de juros e controle da inflação são pontos positivos, estimulando o mercado de capitais, enquanto desafios como a crise climática e aumento de custos se destacam.
O aluguel ganha destaque, com o QuintoAndar facilitando a jornada de locação e o aumento de empreendimentos multifamily.
Em compra e venda, a queda da taxa Selic impulsiona o mercado, com estratégias focadas na capacitação de corretores.
A digitalização é uma tendência forte, prevendo-se um mercado imobiliário aquecido e resiliente em 2024.
O mercado internacional também influencia, com brasileiros considerando investimentos nos EUA.
Sustentabilidade, digitalização e plantas flexíveis são características-chave nos empreendimentos, enquanto a redução da Selic e a estabilidade econômica indicam um ano promissor para o setor imobiliário.
O relatório do GRI Club reforça as oportunidades de crescimento econômico no Brasil, destacando a expectativa de destravar investimentos e avançar em alternativas de financiamento.
A resiliência do setor é testada, especialmente com desafios como os juros elevados e potenciais mudanças nas regras do FGTS.
Startups têm crescimento notável, e a sustentabilidade se consolida como estratégia central.
O desempenho positivo nas vendas sugere oportunidades e inovações, com foco na digitalização, sustentabilidade e experiências personalizadas para os clientes em 2024.
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